De volta ao pedal

Minha bicicleta estava ultimamente levando uma vida de Marajá. Dias e dias apenas encostada no seu lugarzinho de honra, saindo só uma vez por semana para a limpeza e lubrificação, e olhe lá… Era folga demais e precisava tomar uma atitude quanto a isso.

No meio do mês passado resolvi recomeçar a pedalar, dessa vez acompanhando o grupo do João Ciclo.

Sempre via as rotas dos passeios pelo site e ficava com vontade, mas faltava a velha coragem.

Infelizmente não consegui concluir o primeiro passeio, que saiu rumo ao Icaraí e voltou. Vinha de uma série de contusões, e até sem correr estava. Uma pena… Mas de outra vez completo com certeza.

Uma semana depois acompanhei o passeio do Subway Bike, esse num ritmo muito mais leve, consegui fazer sem problemas. Diversão pura.

Serviço:

João Ciclo: Passeios dias de Terça e Quinta, sempre às 20:00hs Site
Subway Bike: Passeios dias de Segunda e Quarta, sempre às 20:00hs Site

Quando menos é muito mais

Esse ano resolvi que não vou dar tanta atenção as corridas de rua como fiz ano passado. Nem sei de quantas participei em 2010. Foram muitas, mas no final ficou uma sensação de que quantidade não é qualidade… Agora não tenho um pingo de remorso em deixar passar algumas, simplesmente porque prefiro fazer minha despreocupada esteira em casa. Ou pedalar, ou até mesmo assistir um filme, porque ninguém é de ferro…

O resultado disso? As poucas corridas que fiz esse ano fiz bem. Feliz, despreocupado, e, olhem só, melhorando muito os tempos em relação aos do ano passado!
Assim, encarando essas corridas como mais uma diversão de fim de semana, a coisa fica mais natural. Agora vejo que estava me transformando numa coisa que havia jurado nunca ser: um daqueles caçadores de medalhas… Juntar pedaços de ferro não é uma coisa tão divertida quanto alguns dizem que é. A satisfação pura e simples é mais fácil de guardar.

Swoosh!

20110616-094754.jpg Talvez você não saiba o que a palavra do título significa, mas muito certamente sabe o que esse logo ao lado representa…
Pois bem, esse “rabisco” está comemorando seus 40 anos juntamente com a empresa que ele tem muito bem representado: A gigante da industria esportiva Nike.
Me interessei em escrever sobre o assunto depois de ler um artigo que tratava sobre a criação da logomarca. Neste texto, foram ressaltadas duas curiosidades. Primeira: a Logo quase foi descartada, por não ser de todo bem vista pelo executivo responsável na época; Segunda: Ela custou a bagatela de US$35,00!!!
Sim, trinta e cinco dólares americanos… É bem verdade que não se previu o poder que esta marca teria nos dias de hoje, mas lanço aqui uma pergunta: Você, profissional da área, desenvolveria uma marca por este valor, independente do “potencial” do cliente?

Automaticamente me veio em mente o caso da Logomarca do Twitter, retirada de um banco de imagens vetoriais por US$30,00, mas reconheço que neste caso a coisa foi bem diferente. Não consideraria sequer uma relação profissional/cliente, pela maneira como a negociação foi feita (compra dos direitos de uso em um site de banco de imagens).

Deve ser dito que Carolyn Davidson, a pessoa por trás do Swoosh, foi posteriormente ‘recompensada’ com algumas ações da companhia, o que aumentou consideravelmente o saldo de sua conta…

A matéria sobre a Nike pode ser vista originalmente aqui
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